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Contribuição da ORIGEM para enfrentar o mosquito Aedes Aegypti em Marília.
As ações adotadas até agora em Marília são:
 
• Campanhas educativas nas escolas;
• Campanhas educativas em massa;
• Mutirões de limpeza (eventuais);
• Fiscalizações nos imóveis (eventuais);
• Pulverizações (eventuais);
 
Infelizmente, essas ações não tem sido suficientes para impedir o avanço das epidemias, pois são ações eventuais, localizadas e não mudam de forma permanente o ambiente e as atitudes das pessoas.
 
Sugestões da ORIGEM:
 
1. Continuar e intensificar as campanhas educativas, INTEGRANDO voluntários;
2. Incentivar e empoderar os cidadãos transformando-os em agentes fiscalizadores com aplicação das Leis Municipais 4114/95 e 4141/95 que instituem o Fiscal Ambiental, criando assim, uma grande rede de fiscalização;
3. Criar um mecanismo de comunicação tipo Disque Denuncia contra o Aedes (0800), onde o cidadão que flagrar alguém jogando lixo na rua ou em terreno possa ligar (inclusive de orelhão a cobrar), e, que seja imediatamente atendido pela polícia, ou fiscais que precisam estar em serviço diuturnamente, e, que as imagens (fotos ou vídeos) possam servir de `provas´ para punição aos infratores.
 
 
4. Aplicar efetivamente a punição ao infrator que for flagrado, fotografado ou filmado descartando lixo inadequadamente (desde que identificado), conforme previsto na Lei Municipal COMPLEMENTAR Nº 13 DE 13 DE JANEIRO DE 1992 Artigos: 4º, 5º, 6º, 9º, 10º, 11º, 12º 24º, 24ºA e 25º (anexo 1); Além disso encaminhar o caso mais graves ou reincidentes ao Ministério Publico Federal para abertura de Inquérito onde o infrator poderá ser enquadrado na Lei 8.072/90, artigo 121, parágrafo 2º (anexo 2), ou seja, crime hediondo (causar epidemia com resultado fatal). 5. Mas é principalmente necessário corrigir uma falha que existe na coleta de lixo de Marília, pois, os coletores de lixo não recolhem móveis, colchões, sofás, televisores, restos de poda e pequenas quantidades de entulho, são justamente aqueles tipos de lixo que descartamos na semana da faxina. Para corrigir essa falha, sugerimos a disponibilização de caçambas nos locais onde as pessoas jogam esse tipo de lixo, ou seja, adequar os PEVs (Pontos de Entrega Voluntária). A criação e instalação dos PEVs merece especial atenção e ações complementares, por isso apresentamos abaixo, a resenha do projeto que trata da viabilidade e operacionalização além da campanha para sua eficácia;
 
JUSTIFICATIVAS:
 
Para acabar com a infestação do mosquito transmissor da Dengue, Chicungunha e Zica, não adianta passar veneno, pois o veneno não atinge os ovos e as larvas, apenas os mosquitos adultos, além disso, faz mal à saúde, principalmente para as crianças, idosos, pessoas doentes, animais, aves e insetos inocentes, também custa caro e põe em risco a saúde dos que transportam preparam e aplicam.
` é preciso parar de criar os criadouros para o mosquito ´
 
Sim, nós é que criamos as condições para o mosquito procriar, quando deixamos ao ar livre, objetos como: pequenos frascos, sacolas, tampinhas, aparelhos com buracos que podem armazenar água, embalagens de todo tipo, peças de isopor, etc. Ou seja, objetos que armazenam água de chuva.
Por mais que se fale, o descarte desses tipos de materiais ocorre o tempo todo nos arredores de nossa cidade.
Aquele marmitex de isopor vazio, aquela garrafa PET que carregamos em nossa caminhada, muitas vezes é jogada nas vias públicas, ou por que não tem um local adequado para colocar e não temos a cultura de carregar os descartáveis até o local adequado, ou por falta de educação mesmo, tem até quem argumenta: `sempre passa um catador e recolhe´. Mas e se não passar, e se a chuva carregar esse lixo para um lugar inacessível? Esse tipo de descarte eventual é facilmente encontrado ao longo das grandes ruas e avenidas que ligam a periferia ao centro da cidade.
Outra forma problemática de descarte é o que encontramos nos arredores da cidade ou em terrenos vagos, é o descarte do lixo gerado nas chácaras de lazer onde o serviço de limpeza pública é menos frequente, ou nas áreas urbanas, quando se descarta quantidades além da que é coletada pelo serviço público.
Em qualquer bairro periférico da cidade, nos limites entre a zona urbanizada e as áreas verdes, é fácil encontrar locais que pessoas irresponsáveis transformam em pequenos depósitos de lixo, as pessoas pegam materiais de descarte ou lixo e levam de carro, caminhonete, carriola, bicicleta ou perua, jogam em algum lugar ermo, não se trata de lixo comum residencial, trata-se de lixo que aparece quando troca-se móveis, eletrodomésticos, quando faz pequenas reformas, podas de plantas, faxinas em cômodos com materiais entulhados, limpeza de terrenos, barracões comerciais e industriais ou ainda os resíduos gerados nas festas e eventos em chácaras, salões ou mesmo trailers de lanches, etc. (Fotos 1, 2 e 3)
Pelas razões acima, podemos afirmar que a iminente epidemia tem como uma de suas causas, o impasse que se criou em relação ao descarte de materiais e lixo, de que adianta limpar nossas casas e quintais, se ao redor da cidade está cheio de criadouros de larvas, que viram mosquitos e vem para cidade em busca de sangue (humano), é quando ocorre a contaminação.
Por quê isso acontece?
Quando um cidadão tem uma `produção de lixo extra´, que não dá para o coletor levar, como um colchão, ou um sofá, ou móvel quebrado, ele é obrigado a pagar uma caçamba para se livrar dele, quem pode, paga a caçamba, mas a grande maioria das pessoas dá um jeito de mandar pra longe esse material, ou então, deixa na frente da casa, aí passa alguém se oferecendo para dar `fim´ àquele estorvo em troca de uma pequena quantia. Uma vez aceita a proposta, o cara leva o material pro primeiro imóvel vago ou terreno que tiver e joga tudo lá, transformando o lugar num pequeno depósito de lixo, outros seguem o exemplo e ainda jogam lixo orgânico, bicho morto etc. Quando se percebe, o terreno ao lado da escola, ou a praça, ou um imóvel vago está com cheiro horrível, aspecto de abandono e proliferando, moscas, baratas, ratos e mosquitos.
Essa prática tão comum é exatamente o que o mosquito Aedes precisa, ou seja, inúmeras pocinhas artificiais de água para botar seus ovos próximos das pessoas que suprem de sangue as fêmeas do mosquito.
 
 
Com a finalidade de contribuir no enfretamento dessa cíclica epidemia, apresentamos a seguir, uma sugestão prática, simples e barata para diminuir drasticamente a ocorrência de surtos de Dengue na cidade Marília, além de outras zoonoses que também fazem suas vítimas regularmente.
Trata-se do Plano de Coleta de Entulhos e Resíduos Sólidos Residenciais e da CAMPANHA:`JOGA NA CAÇAMBA´. O objetivo do Plano de coleta é justamente acabar com os criadouros de mosquitos e por consequência, com a epidemia imediatamente.
Esclarecemos que a proposta aqui tratada, a ORIGEM encaminhou ao Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente em 2013 e de Serviços Urbanos em 2015, no inicio de 2016 também entregamos uma cópia a uma vereadora que faz parte do comitê contra a dengue, todos cogitaram de nos chamar discutir melhor os detalhes da proposta, mas isso não se concretizou.
 
 

 

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